sexta-feira, 9 de maio de 2014

terça-feira, 6 de maio de 2014

Não digo nada, só observo

Sempre que me aproximo de alguém, lá estás tu... a dizer-me que não é boa pessoa, não é uma boa influência e afins. Pensei que tivesse deixado bem explicito que da minha vida trato eu. E também pensei que já não te importasses minimamente comigo... Afinal, enganei-me.

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Devo assustar-me?

Devo assustar-me quando entro no meu Instagram e tenho pedidos de blogger's(tenho plena consciência de quem são e se realmente são.) destes lados? 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Não gosto de ti e de ti só quero distância, porém, bem que gostava de te dar um bom par de estalos pela m.... que andas a provocar!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Se cuidas de mim...

 
Se cuidas de mim eu
Eu cuido de ti também
Dentro da minha mão
Eu guardo-te bem
Se amarmos do principio
Se perdermos tudo outra vez
Vou marcar-te bem
Como um sonho vão
Dentro da minha mão.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Algo não está correcto quando... (Tenho +/- 1 mês para emagrecer!)

...recebo blusas e não me servem em certas e determinadas partes. Assim, de repente, do nada, e até são o meu número. Ofereceram-me uns quantos pares de calças, mas pronto, também não me servem. No talão diz que tenho um mês para poder trocar.


Obrigada, obrigada, obrigada!

Em primeiro lugar, quero agradecer-vos pelos comentários onde me desejaram os parabéns. E em segundo, agradecer àqueles(que embora não vão ver isto), fizeram do meu aniversário, o melhor que tive até hoje. Foi único do primeiro minuto até ao último.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Apetece-me dizer-te, mais uma vez, a falta que me fazes. E não, não me importo de gastar o meu tempo e as minhas palavras explicando-te a forma como gosto de ti. Gostava que tivesses esse prazer. Gostava de te confortar. Mas sabes, não me apetece ter um monólogo e muito menos ser rejeitada. Não me apetece!

domingo, 20 de abril de 2014

Tu sabes que em cada frase minha há um bocado de ti. Em cada palavra que escrevo existe sempre algo de ti. Em cada pequena letra existes tu. E quando procuro no mais profundo de mim, naquilo que não somos capazes de explicar ao mundo, não consigo não gostar de ti.



sábado, 19 de abril de 2014

Tudo muda (e às vezes de repente)

Não queiram nada que possa vir de mim agora, nem me exijam coisa alguma.... Não agora que não consigo, que não dá, que não tenho forças sequer para conseguir sair "daqui"! Se fosse tudo tão fácil de explicar, tão fácil de entender...
Afastem-se simplesmente e deixem-me sentir na pele o quanto dói.
Fui egoísta quando te pedi para seres apenas meu ou quando quis introduzir entre nós um regime de exclusividade. Fui parva por perdoar coisas que não deviam ser perdoadas e tu também o foste, principalmente quando me perdoaste algo que se fosses tu a fazê-lo, eu nunca perdoaria. Tenho uma certa curiosidade em saber aquilo que sentes ou pensas quando me vês, porque verdade seja dita, ambos temos noção que "isto" terminou de uma forma estranha. Sinceramente, também não sei porque insisto e continuo a escrever sobre ti quando te odeio da forma mais intensa e profunda que pode existir. Mas odeio mesmo e nunca odiei alguém assim. Não me admiro que o sentimento seja recíproco, é provável. Deixaste muito a desejar e, se calhar, talvez tenha pensado muito nisso...tanto que agora não penso mais. Tudo isto é estúpido, é e ponto final! Onde quer que vá, lá estás tu...com os teus amigos, a sorrir, com brincadeiras estúpidas, conversas sérias ou não. Embora tenhamos grupos de amigos diferentes, temos amigos em comum e, fiquei a saber que falaste de nós, de mim a uma dessas pessoas. Supostamente ficaste a sofrer(mas só supostamente), mas não conseguiste enfrentar os problemas, não reagiste sequer. Será que só tu é que sofreste com tudo isto? (E continuo a questionar-me se realmente sofreste...) A culpa foi de ambos. Tu pelo que fizeste, eu pelo que fiz, tu pelo que voltaste a fazer e eu também... Nossa porque deixámos isto arrastar tanto tempo... Eu nunca te menti, e podes acreditar que gostei de ti, gostei mesmo.


sexta-feira, 18 de abril de 2014

Volto sóbria?

Algo não está bem quando digo que vou sair e a minha mãe acaba por me pedir que volte sóbria. Não percebi essa mãe, desculpa... 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Momentos às vezes duram segundos e tu, só tu, é que nunca quiseste crer nesse facto tão óbvio. Eu sei que o mal foi ter-te dado tanta importância, sabes e tens noção de que foste tu que erraste, mas também não deixo passar em branco os meus erros. Provavelmente alguns bem piores que os teus. Os teus actos, e principalmente os últimos, não foram de alguém que eu conhecia, foram de uma pessoa diferente, mudada e possivelmente obcecada. Pode ter-te custado a minha indiferença, o que eu não duvido, mas se o fiz foi porque realmente tive razões para isso. Tu sabes...nunca te esforçaste... As tuas vindas tinham voltas, criavas afastamentos entre nós por coisas mínimas e insignificantes. 
E o direito que tiveste em seguir a tua vida, eu também tenho. Não ter alguém a prender-me, é deveras, um alívio.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Infantilidades da idade

Adorava-te, Mó, adorava-te. E podes agradecer às tuas amigas, pois foi graças a elas que te afastaste de mim, da pessoa de quem tanto gostavas. 
Agora procuras-me quando alguma coisa se passa, na tentativa de ser eu a resolver, provavelmente...é pena que te dês mal, avisei-te tanta vez que agora desisti de ti, assim como da nossa amizade. Conhecidas apenas. Que sejamos!

Rir, rir, rir



Dançar isto é sinónimo de fazer figurinhas. Praxes filarmónicas, always.